segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Impressões de uma criança




Eu lembro quando cheguei, era um cara, cara nada, uma porra de um guri, sem plano, sem tempo, com pressa e com todo tempo livre do mundo, e um dia vão ouvir de um cara, aquele cara que era apenas um Zé, que sonhava que seria algo, isso nunca se acontece de repente, é preciso sofrer, ir além, entender, quais os sistemas, qual a vida... Que vida?

Na trajetória do carnaval, se perde tudo aquilo que se encontra, com muita paz e fé na vida, a gente corta as diversas esquinas da vida, sim, é lembrar que esteve por ali, por aqui, que ralou pra caralho pra chegar até aqui, e é apenas mais uma batalha vencida, e com muito orgulho e amor no peito eu digo, vá e faça: AMOR EM TUDO!

Tudo que se faz com o amor colado no peito é um passo crucial para a total realidade de tudo, e eu paro, sento e faço minha prece pra agradecer: aqui vou eu, e pra frente sempre vou...



“O amor é uma espécie de preconceito. A gente ama o que precisa, ama o que faz sentir bem, ama o que é conveniente. Como pode dizer que ama uma pessoa quando há dez mil outras no mundo que você amaria mais se conhecesse? Mas a gente nunca conhece.” (Bukowski)